Um pouco antes de ir para Santiago do Chile nessa última vez, acompanhando alguns stories especializados no Chile vi um passeio de trem (o Trem do Espumante e Vinho). E daí falou passeio de trem meus olhinhos já brilham, não que eu tenha feito muitos, mas acho trem mágico (não o que liga a minha cidade a São Paulo, que não tem magia nenhuma, a não ser os trem turísticos hahahaha).

Mas voltando ao que interessa, comecei a dar uma pesquisada e vimos que o tour era oferecido pela empresa TREN CENTRAL, que além de ter os transportes normais entre as cidades, tem os passeios turísticos.






Antes de falar como é o passeio vou contar para vocês como comprar os passeios. Na verdade existe empresas que oferecem a venda desses serviços, mas já vou avisando que o preço é um pouquinho mais caro do que fechar direto pelo site Tren Central

Mas vamos ao que realmente importa, que é o relato do passeio:

O trem sai da estação central, então é fácil chegar de metrô por ali. Comprando pelo site é só ir até a plataforma indicada e aguardar pelo embarque.

Ao chegar na plataforma você é recebido pelas comissárias, que verificam o ingresso e liberam a entrada dos passageiros.




Logo após a partida do trem, cedo ainda, os turistas ainda não estão muito animados, então é um silêncio, mas logo as comissárias avisam que a lanchonete está aberta servindo cafés e chás. E também começam a distribuir uma mochilinha com lanchinhos diversos e também uma taça para fazer a degustação do vinhos que seriam servidos.

Daí começa a se ouvir o som do sax, que é claro que se minha mãe estivesse no passeio ia ficar emocionada, mas eu fiquei com cara de ué, bonito e tudo mais, mas continuei com cara de ué, mas tudo começa a se animar com a paisagem de diversas vinícolas e aí começa a degustação de frizantes da VINÍCOLA ECHEVERRIA, a qual vai ser o destino do passeio, que leva mais ou menos duas horas e meia de trajeto.

O vinho é servido por uma pessoa que conta um pouquinho da história e as notas do que ela está servido (e aqui abro esse parenteses, para dizer que não existe “miséria”. A bebida é abundante, mas não queira beber tudo de uma vez, pois ainda tem muito passeio).

Para quem acompanha o grupo sabe que não sou especialista em vinho, então vamos lá somente para os nomes dos vinhos apresentados nessa parte do tour: Nina Brute Nature, depois o Nina Demi Sec e também o Nina Brut Rose.

Curiosidade: Lá na vinícola descobri que o nome Nina do vinho era inspirado na avó da  família dona da vinícola.

Quando chegamos na estação de Molina, era hora de desembarcar, ali teoricamente pelo roteiro apresentado no site deveria ter a apresentação de alguma dança típica, como a Cueca, coisas do tipo, mas por algum motivos não tivemos apresentação nenhuma, quem nos recepcionou foi o dono da vinícola, o qual nos dividiu em dois grupos e fotos encaminhados para um ônibus (o qual é utilizado apenas para passar por uma avenida até chegar na vinícola).

Já na vinícola começamos a entender um pouco sobre a produção do espumante, explicando a diferença dos métodos de produção (como o tradicional e o Charmat), e depois disso os grupos seguem conhecer detalhadamente cada processo, conhecendo as dependências do local.






Aqui eu vou deixar uma opinião minha, lembrando que não sou uma pessoa que entende de vinhos, mas sou uma pessoa curiosa, que gosto de aprender sobre as coisas, mas mesmo assim, achei um pouco massante a explicação, muito detalhada, o que na minha opinião acaba sendo bem cansativo. Sou a favor de algo mais lúdico, já que é um tour turístico. ah! mas deixo bem claro que eles explicam muito bem, é que eu acho que seria mais leve da outra forma.

Depois de muita degustação e muita aula de vinho, é hora de almoçar.

Somos encaminhados para uma área verde, ao ar livre onde seria servido o almoço.

O almoço começou a ser servido com uma empanada de entrada, carne com purê de batatas e salada como prato principal e mote com huesillos como sobremesas que aí eu faço essa cara:

Vamos dizer que pelo preço pago pelo tour, o almoço poderia ser um pouco mais caprichado, a comida estava bem saborosa (tirando a sobremesa, porque eu não gosto desse negócio que vende em qualquer esquina de Santiago), mas poderia ter algo mais.

No almoço também teve a participação de um cantor (acho que cada vez é uma apresentação, pelo que vi alguns relatos na internet) que gente, eu não canto nenhum pouco bem, mas esse senhor tem que procurar outro dom para espalhar pelo mundo hahahaha, mas o que importa é se divertir né, e o povo lá (em sua maioria chilenos) estavam gostando bastante.

Saindo do local do almoço, tem uma lojinha para poder comprar os vinhos da vinícola que vale a pena, pois não são vinhos que são fáceis de se encontrar em outros locais.




Ali também tem um carro antigo, o qual não vou me atrever em falar modelo e especificações pois o mesmo tanto que entendo de vinho é o que eu entendo de carro hahahaha, só analiso se é bonito e confortável.

Também começa a rolar uma feirinha de artesanato local e algumas brincadeiras entre os turistas, foi ali que eu ganhei o meu vinho. Eu coloquei minha habilidades de jogar bocha a prova hahahaha.

Depois resolvemos sentar ali pela a grama, para relaxar um pouco, pois logo mais, cerca de 17:00 mais ou menos, nos chamaram para pegar o onibus e ir em direção a estação.

Nos acomodamos no trem, aonde continua a degustação dos espumantes durante toda a viagem de volta e daí sim começa a festa. O local onde fica a cafeteria do trem se torna em uma pista de dança, onde um Dj comanda o som e em poucos minutos o pequeno espaço já está lotado de turistas bailando reggaeton e até funks brasileiros.

Mas se você não tá na animação de dançar, fique tranquilo, pois ali nos vagões das poltronas é silencioso e da para tirar aquele cochilo.

Por volta de 20:00 chegamos a Estação Central de Santiago, a mesma do embarque, o que facilita também para ir embora, devido a estação.

Considerações finais: Olha só, eu não tenho conhecimentos de bebidas, então sobre isso não posso opinar, mas eu adorei o passeio e super indico. Eu adoro um trem, mas achei um passeio super diferente e espero voltar para fazer outros roteiros.

Sobre o preço, na categoria Geral (a mais simples) custa $59.900, e tem uma categoria superior, a qual a diferença são as poltronas e tem uma tomadinha para carregar o seu celular, apenas, o restante é igual; nessa categoria o preço é $69.900.

Para comprar e ter mais informações, acesse aqui o site do Tren Central.



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